QUANDO TRABALHAMOS JUNTOS, AS COISAS ACONTECEM
A Capital de todos os gaúchos vive um momento de conquistas. Graças à união de esforços muitas coisas estão acontecendo e muito ainda está por vir. Com seriedade, parceria e dedicação temos trabalhado para melhorar a vida das pessoas e tornar sonhos históricos realidade.
Temos que comemorar esse período de transformação que estamos testemunhando. Transformação essa que passa essencialmente pela sintonia, pela afinidade de projetos. Hoje, vivemos um momento ímpar em que os governos Municipal, Estadual e Federal trabalham alinhados, focados nos resultados e no bem-estar da população. São exemplos disso a conquista do Metrô de Porto Alegre, a revitalização do Cais e da Orla, a qualificação do Aeroporto Salgado Filho, as obras da Copa, a construção da segunda ponte do Guaíba, entre tantas outras ações que evidenciam essa unidade. Todas comprovam que, ao fim e ao cabo, quando trabalhamos juntos, as coisas acontecem.
Sem dúvida, nossas últimas conquistas só foram possíveis graças a uma visão moderna e arrojada do poder público. Unidos fomos capazes de aglutinar forças em prol do futuro e com a construção de uma cidade, de um estado e de um país cada vez melhores para todos.
Me sinto orgulhoso e feliz de participar deste momento histórico!
Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
INVESTIMENTO RECORDE AMPLIA CHANCES DE REELEIÇÃO DE FORTUNATI
O prefeito de Porto Alegre, José Fortunati (PDT), não conseguiu o desejado apoio do PT para a disputa eleitoral deste ano, mas aposta nos números da administração para tocar a campanha à reeleição. Na última pesquisa Ibope, divulgada no fim de dezembro, Fortunati alcançou 40% de ótimo e bom. Com um orçamento superavitário e a previsão de investimentos recordes na cidade em função das obras de mobilidade urbana para a Copa do Mundo de 2014, ele pode chegar às urnas em boas condições de vencer a disputa e permanecer no cargo que assumiu em março de 2010. Até então ele era vice do ex-prefeito José Fogaça (PMDB), que renunciou para disputar – e perder – a eleição ao governo do Estado.
O orçamento da prefeitura para este ano chega a R$ 4,5 bilhões, 11% superior ao de 2011, com investimentos previstos de R$ 816 milhões. Os aportes bancados com operações de crédito somam R$ 412 milhões, dos quais 60% se referem a financiamentos federais para as obras para a Copa, com condições diferenciadas de prazos (20 anos para pagar após quatro de carência) e juros (6% ao ano, mais 2% de taxa de administração e 0,5% de taxa de risco, também ao ano). Outros R$ 75 milhões correspondem a verbas da União repassadas a fundo perdido e o restante a recursos próprios do município.
No total, Porto Alegre receberá quase R$ 500 milhões em financiamentos para projetos vinculados à principal competição mundial do futebol até 2014, informa Fortunati. Em 2011, conforme o secretário da Fazenda, Roberto Bertoncini, os investimentos totais da prefeitura crescerão de 8% a 9% em termos reais sobre os R$ 248,7 milhões de 2010 e, mesmo assim, de janeiro a outubro o município já acumulava superávit orçamentário de R$ 425 milhões, ante R$ 255 milhões em igual período do ano passado.
Apesar dos números reluzentes, Fortunati afirma que não fará “aventuras” nem irá “rasgar dinheiro” por se tratar de ano eleitoral. “Não me passa pela cabeça não ter equilíbrio fiscal. Seria uma irresponsabilidade, até porque pretendo continuar e não posso preparar uma armadilha para mim mesmo”, diz. De acordo com ele, a prefeitura não terá que reduzir investimentos em outras áreas para liberar recursos para as obras da Copa. “Nosso orçamento é realista e fazemos projeções não ufanistas”.
O pedetista governa numa aliança com o PMDB, PTB, PSDB, PP, PPS e PRB, que juntos com o próprio PDT reúnem 21 dos 36 vereadores da cidade. O DEM não integra o governo, mas o único vereador da sigla costuma votar junto com a base aliada, assim como o PPL. O novato PSD, com três representantes na Câmara e sua postura de “neutralidade”, também não atrapalha o sono do prefeito.
A oposição fica por conta do PT, que tem a maior bancada na Câmara, com sete vereadores, mas pega leve com Fortunati porque leva em conta o apoio do PDT ao governador petista Tarso Genro e à presidente Dilma Rousseff. O PSB tem um representante e o PSOL, o que faz mais barulho entre os oposicionistas, tem dois. Com essa composição, 100% dos projetos de lei propostos pelo prefeito foram aprovados no Legislativo.
Depois de ver naufragar a tentativa de aproximação com o PT para a eleição deste ano, o prefeito está negociando com os partidos da base atual para montar a aliança “mais ampla possível”. Se o quadro se mantiver como está hoje, ele enfrentará outros dois candidatos da base dos governos estadual e federal, o deputado estadual petista Adão Villaverde e a deputada federal do PCdoB, Manuela D’Ávila, e espera que tanto Dilma quanto Genro assumam posições de “estadistas” na campanha.
“Nem falo em neutralidade, mas em respeito”, diz. De acordo com ele, dependendo do nível de envolvimento de ambos na disputa do ano que vem, haverá “consequências” sobre o quadro de alianças em 2014. “O governante tem que colocar isso na conta, porque ninguém entra num processo eleitoral achando que só terá benesses. Isso é da vida e seria hipocrisia não dizer”, afirmou.
Os investimentos relacionados à Copa de 2014 deverão pautar os debates neste ano e Fortunati sabe que terá que brigar com os demais candidatos da base do governo federal pela paternidade dos projetos. A carteira inclui obras vistosas como o metrô de Porto Alegre (que na verdade deverá ficar pronto em 2017) e a construção de uma ampla área de lazer no cais do porto, além de ampliações e melhorias em avenidas importantes. Mas ele não está preocupado com isso.
“Não vou desconhecer as parcerias de forma alguma, mas todas essas obras têm o protagonismo da prefeitura e não tem nada aí que não tenha a minha mão”, afirma o prefeito, lembrando que trabalhou pelos projetos desde que foi secretário do Planejamento na primeira gestão do ex-prefeito José Fogaça (2005-2008). “Isso eu vou discutir com muita tranquilidade no momento adequado”.
Fonte: Valor Econômico – 09/01/2012
SOBRE OS EDIFICIOS-GARAGENS DO INTER
Quando anunciei o empenho da Prefeitura em apoiar a construção de dois edifícios-garagens no entorno do Beira-Rio como forma de desafogar o trânsito no Bairro Menino Deus nos dias de jogos do Inter ou de shows no Gigantinho, algumas pessoas entenderam que seria o Poder Público que faria a construção das obras.
É importante deixar claro de que a PREFEITURA de Porto Alegre NÃO vai colocar um único centavo nessas obras, como não está colocando dinheiro na reforma do Beira-Rio ou na nova Arena do Grêmio.
A construção dos edifícios-garagens será bancada com recursos do S.C. internacional com os seus parceiros privados. Cabe a Prefeitura agilizar o licenciamento da obra para que ela aconteça com a maior rapidez possível para atender a milhares de veículos de pessoas que vão ao Beira-rio ou ao Gigantinho. E este foi o compromisso que assumi com o Presidente Giovani Luiggi.
Todos sabem que o atual Beira-Rio quando foi projetado não previu a construção de estacionamentos condizentes com as necessidades de grandes concentrações de pessoas. Desta forma, em dias de jogo ou de shows as pessoas terminam por estacionar os seus automóveis no Bairro Menino Deus o que tem causado transtornos e reclamações dos moradores da vizinhança.
Para enfrentar esse problema com qualidade, o S.C. Internacional, no projeto Gigante para Sempre, programou a construção de dois edifícios-garagens, um entre o estádio Beira-Rio e a Av. Edvaldo Pereira Paiva e outro ao lado do Gigantinho, onde se situa o antigo estacionamento da EPTC.
Desta forma, as vagas a serem criadas vão beneficiar todo o bairro mesmo em dias sem jogos ou shows pois vão permitir que motoristas que vem da zona sul possam deixar os seus veículos nestes estacionamentos e se deslocar para o centro da cidade através do novo sistema de ônibus (BRTs), que será implantado na Av. Padre Cacique que também contará com corredor exclusivo de ônibus.
Ou seja, os edifícios-garagens, além de não receberem um único centavo da Prefeitura e serem construídos com recursos do Inter e seus parceiros, vão possibilitar uma maior organização do trânsito no Bairro Menino Deus.
DIGA NÃO AO ABANDONO!
Gostaria de apresentar a vocês as peças desenvolvidas para a campanha de combate ao abandono de animais, promovida pela Secretaria Especial dos Direitos Animais. Está muito bacana o material! Parabéns a toda equipe responsável por este belo trabalho. Ah, quem quiser ajudar a divulgar a campanha, fique à vontade! Os animias agradecem!
FRAGILIDADE E DESEQUILÍBRIO EM 2012
Nouriel Roubini*
Deverá haver recessão na Europa, baixo crescimento nos EUA e desaceleração na China e nos emergentes
A perspectiva da economia mundial em 2012 é clara, mas não bonita: recessão na Europa, crescimento anêmico (na melhor das hipóteses) nos Estados Unidos e desaceleração acentuada na China e na maioria das economias emergentes.
As economias asiáticas estão expostas à China. A América Latina está exposta à queda nos preços das commodities (causada pela desaceleração econômica na China e nas economias avançadas).
A Europa Central e Oriental está exposta à zona do euro. E os tumultos no Oriente Médio estão causando sérios riscos econômicos -na região e no resto do mundo-, porque o risco geopolítico continua elevado e os altos preços do petróleo restringirão o crescimento mundial.
Os Estados Unidos enfrentam consideráveis riscos diante da crise na zona do euro. Também precisam enfrentar um arrocho fiscal significativo, o processo de redução de dívidas em curso no setor domiciliar, a crescente desigualdade de renda e o impasse político.
Entre as demais economias avançadas, o Reino Unido já está atravessando uma recessão de duplo mergulho, porque a consolidação fiscal apressada e a exposição à zona do euro solapam seu crescimento. No Japão, a recuperação pós-terremoto vai se esgotar porque os governos fracos que se sucedem no país não conseguirão implementar reformas estruturais.
Enquanto isso, as falhas no modelo de crescimento chinês estão se tornando evidentes. A queda nos preços dos imóveis está iniciando uma reação em cadeia que terá efeito negativo sobre os incorporadores imobiliários, o investimento e a arrecadação do governo. O boom de construção começa a se estagnar, no exato momento em que as exportações líquidas começam a prejudicar o crescimento, devido à demanda fraca nos Estados Unidos e especialmente na zona do euro.
Tendo buscado esfriar o mercado imobiliário com medidas que conterão os preços em disparada, os líderes chineses enfrentarão dificuldade para promover uma retomada do crescimento. E não serão os únicos. EUA, União Europeia e Japão também vêm postergando as sérias reformas estruturais de que necessitam para restaurar um crescimento equilibrado e sustentável.
Ao mesmo tempo, alguns desequilíbrios cruciais em conta-corrente -entre os EUA e a China (e outras economias de mercado emergente), e dentro da zona do euro, entre os países centrais e os periféricos- continuam largos. Um ajuste ordeiro desse problema requer demanda interna menor nos países que gastam mais e acumulam grandes deficit em conta-corrente e superavit comerciais menores nos países que poupam demais, via valorização cambial nominal e relativa.
A fim de manter o crescimento, os países que gastam demais precisam de depreciação nominal e real para melhorar suas balanças comerciais. Já os países superavitários precisam estimular a demanda interna, notadamente o consumo.
Mas esse ajuste de preços relativos via movimentos cambiais está parado, porque os países superavitários resistem à valorização das taxas de juros e preferem impor recessão deflacionária aos países deficitários. As batalhas cambiais resultantes estão sendo travadas em várias frentes: intervenções em mercados cambiais, relaxamento quantitativo e controles sobre influxos de capital. E, com o enfraquecimento do avanço mundial em 2012, essas batalhas talvez cresçam a ponto de virarem guerras comerciais.
Por fim, as autoridades econômicas estão esgotando suas opções. A desvalorização cambial é uma ferramenta finita, porque nem todos os países poderão depreciar suas moedas e melhorar suas exportações líquidas ao mesmo tempo. A política monetária será relaxada e tornará a inflação irrelevante nas economias avançadas (e menos relevante nos mercados emergentes).
Restaurar um crescimento robusto já seria suficientemente difícil sem o espectro permanente da redução de dívidas e a séria escassez de ferramentas de política econômica. Mas é esse o desafio que a economia mundial, frágil e desequilibrada, enfrentará em 2012.
Para parafrasear Bette Davis em “A Malvada”: “Apertem os cintos: o ano será acidentado”.
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* NOURIEL ROUBINI é presidente da Roubini Global Economics, professor da Escola Stern de Administração de Empresas (Universidade de Nova York) e coautor do livro “Crisis Economics”.
Este artigo foi distribuído pelo Project Syndicate.
Tradução de PAULO MIGLIACCI.
AMANHÃ EM MERCADO:
Gustavo Cerbasi
Fonte: Folha de São Paulo, domingo, 18 de dezembro de 2011
DISCURSO DO DEPUTADO GILMAR SOSSELLA EM NOME DA PRUDÊNCIA NAS RELAÇÕES POLÍTICAS DA BASE DO GOVERNO
O Prefeito José Fortunati, do PDT, partido aliado a Presidente Dilma e ao Governador Tarso, foi criticado no evento do PT que escolheu o Deputado Adão Villaverde como pré-candidato à Prefeitura de Porto Alegre.
Houve a divulgação, pela imprensa, inclusive de que o Governador Tarso Genro teria cunhado o adjetivo “atraso total” para caracterizar o atual Prefeito.
Não acredito, sinceramente, que estes termos tenham sido proferidos, por conhecer o caráter e o temperamento do Sr. Governador.
Mas, de qualquer forma, causa estranheza ao PDT essa conduta, pois o Governador, na Convenção Nacional do PDT, em 01 de setembro passado, foi enfático ao referir que desejava a construção de uma ampla frente de esquerda no Estado e que eventual disputa pela Prefeitura de Porto Alegre não poderia macular as relações a nível estadual.
Até o momento, o que se vê são movimentações respeitosas e públicas do PDT e do PT.
O PT fez o convite para o PDT fazer parte da base do Governo Tarso. Não foi o PDT que se ofereceu para participar, até porque estávamos em posições diferentes nas eleições de 2010.
Até porque, outrora, durante o Governo Olívio Dutra, o PT não teve cuidado com seus aliados, especialmente com o PDT. Isso provocou a saída do PDT da base do governo, acarretando um desgaste que poderia ser facilmente contornado.
Creio que este ranço de desqualificar seus aliados quanto protagonistas, já havia sido superado.
O PDT tem uma história de luta pela democracia para defender. Somos base de governo por acreditar na proposta de melhorar a vida dos gaúchos. E, se somos aliados, merecemos respeito pela nossa grandeza e lealdade.
Só para constar: O Governo Fortunati, foi quem, junto com o prefeito José Fogaça, desemperrou obras essenciais para a Capital, transformando a vida dos gaúchos, moradores ou não de Porto Alegre.
O andamento célere do PISA – Projeto Integrado Sócio Ambiental, que se destina a dar melhor qualidade de vida aos porto-alegrenses, com a despoluição do Guaíba, regularizações fundiárias e tratamento de mais de 80% do esgoto do município;
A Terceira Perimetral, iniciada em 2005 e terminada em 2008, que é a mais importante via de Porto Alegre;
O Conduto Forçado da Av. Baltazar de Oliveira Garcia, terminada em 2010, que terminou com os problemas de enchentes na Zona Norte da cidade.
Inaugurações de várias creches e escolas infantis, oferecendo atendimento a 23 mil alunos;
Conquista da segunda passagem gratuita para os usuários de ônibus, e o sistema do cartão SIM, Vale-transporte da Trensurb, e a integração do TRI e do SIM, com desconto no vale- transporte e passagem antecipada.
Conquista o Metro, depois de mais de 30 anos de espera;
Anúncio da Revitalização do Cais Mauá;
Lançamento dos editais dos estacionamen-tos subterrâneos;
Coleta automatizada de lixo;
Informatização do sistema de saúde;
Obras da Copa de 2014, com a pretensão de ser “a melhor sede da Copa 2014 quanto a participação popular e promoção de ações de desenvolvimento econômico, social e ambiental, que geram benefícios duradouros” para a população.
Reconhecemos que grande parte dessas conquistas tiveram participação decisiva dos Governos Estadual e Federal, como o Metrô e o Cais Mauá. Mas a ação do Prefeito Fortunati, em conjunto com essa outras esferas federativas, não pode ser subestimada ou desconsiderada, sob pena de o PT estar, novamente, fazendo a política que seus detratores tanto lhes acusam: a política da terra arrasada, de que são porta-vozes das verdades absolutas.
Esperamos que eventual disputa seja respeitosa, tanto em nível federal quanto estadual, sejam respeitosas, para não macular as relações governamentais, em respeito a atitude leal dessa Bancada e de todo o PDT, e em homenagem ao histórico desse grande trabalhista chamado José Fortunati.
Obs.: Discurso proferido em Plenário no dia 07 de dezembro de 2011.
PROJETOS DE QUATRO PAÍSES VENCEM NO DESAFIO CAMPUS PARTY
Ao abrir as portas para ideias inovadoras do mundo todo, Porto Alegre conquistou importantes colaborações para qualificar as áreas da saúde, educação, mobilidade, emprego e limpeza urbana. Os cinco projetos finalistas e o grande vencedor do desafio Campus Party – Como tornar Porto Alegre uma cidade ainda mais inovadora, lançado pela prefeitura em parceria com a Futura Networks, foram conhecido na manhã desta quinta-feira, dia 8. Um espanhol, dois mexicanos, um colombiano e um brasileiro são os autores dos projetos selecionados entre 395 inscrições de 13 países. Conheça os projetos vencedores:
Rodrigo López Vásquez (Desenvolvimento Tecnológico) – mexicano. O projeto ecOreal, aplicativo para Facebook que trata do sistema de coleta de lixo seco e reciclagem de forma multidisciplinar e divertida. Os moradores da capital gaúcha poderiam recolher materiais reciclados (PET, alumínio, plásticos, papel etc.), que seriam dirigidos a pontos de coletas especiais e receber pontos, os tais “EcoReais”, que poderão ser trocados por mercadorias em estabelecimentos comerciais participantes. A iniciativa traria um grande incentivo para a reciclagem, melhorias na coleta de lixo e também ganhos de imagem para as empresas parceiras.
Marcelo Amaral (Educação) – gaúcho de Novo Hamburgo, único brasileiro entre os cinco vencedores. No projeto Smart TRI, com um só cartão, os usuários poderão ter acesso ao transporte público da cidade de Porto Alegre e também a várias informações, como acervos de trabalhos acadêmicos e documentos históricos sobre a capital gaúcha. Terminais físicos distribuídos em universidades, escolas, institutos culturais, prédios públicos, centros comunitários, livrarias, aeroportos e estações de trem permitiriam o acesso a estas informações com o uso do cartão, da mesma forma que ele é usado nos ônibus.
Alejandra Sifuentes (Trabalho e Emprego) – mexicana. Preocupada com os índices de informalidade da força de trabalho, Alejandra Sifuentes foi a escolhida na categoria Trabalho e Emprego. O projeto “Bolsa de Empleo de Trabajos Temporales” propõe criar uma bolsa de emprego de trabalhos temporários. A iniciativa que permitiria amenizar a incerteza econômica do desemprego e aumentar estabilidade do trabalho informal seria viável por meio de um site, onde os usuários entrariam em contato diretamente com os empregadores, em busca da vaga temporária. Os empregados também seria recomendados pelos empregadores, tornando-se referência para novos trabalhos.
Juan Jose Gasca Rubio (Mobilidade Urbana) – espanhol. O projeto Biking Tour cria sistema de sinalização de direção para bicicletas por meio de GPS. O dispositivo é composto por dois LED’s, um vermelho e outro verde, projetados para serem colocados no guidão das bicicletas. O usuário define a rota que fará utilizando um aparelho móvel com GPS. Ao andar com a bicicleta, o GPS verifica o posicionamento e caso o caminho requeira virar a esquerda, uma luz vermelha acende no guidão esquerdo da bicicleta; para virar à direita, a luz verde entra em ação. A iniciativa torna a bicicleta uma alternativa ainda mais viável de mobilidade urbana.
William Hernán Gómez (Saúde) – colombiano. O projeto Amigo – Atenção Médica Imediata Geral On-line oferece sistema de consultas médicas por meio de Internet. A consulta, em vez de presencial, seria online, reduzindo custos de deslocamento do usuário. O projeto também otimizaria o tempo de atendimento, já que o banco de dados armazenaria o histórico dos pacientes, contribuindo para o aumento da qualidade de vida da população de Porto Alegre. Além disso, pontos de atendimento móveis e em locais estratégicos facilitariam e aumentariam o acesso dos habitantes ao sistema de saúde.
Campus Party – Criada na Espanha, em 1997, a Campus Party é um evento que reúne talentos especializados e criativos. Os participantes do evento mudam-se com computadores, malas e barracas para dentro de uma arena, onde as máquinas se conectam a uma rede superveloz, e os integrantes convivem em torno de oficinas, palestras, conferências, competições e atividades de lazer. A partir de 2008, a Futura Networks, organizadora da Campus Party, deu início a um processo de internacionalização, e o evento ganhou edições no Brasil, Colômbia, México e Equador. Hoje, a Futura Networks dispõe de uma base de mais de 140 mil usuários avançados de Internet, com olhar diferente, tecnológico e multidisciplinar do mundo.




