FESTA DAS CORES

Estamos assistindo a um verdadeiro absurdo no Parque Marinha do Brasil e na região da orla neste domingo.

A prefeitura de Porto Alegre liberou o espaço para a realização de uma atividade esportiva e de lazer que ocorreu nesta manhã na Capital. Porém, agora, pós evento, usuários dessas áreas da cidade estão se deparando com enormes depósitos de tinta em pó espalhados pelo Parque, Orla e chegando até a avenida Beira Rio. Para piorar, a própria empresa contratada para fazer a limpeza do local está reconhecendo as dificuldades para fazer o trabalho.

A Prefeitura, que emprestou o local para as atividades, foi surpreendida com essa agressão ao meio ambiente. A partir de hoje, o Departamento Municipal de Limpeza Urbana (DMLU) e a Secretaria Municipal do Meio Ambiente (SMAM) irão providenciar a limpeza do local e amanhã a Procuradoria Geral do Município (PGM) vai procurar a empresa responsável para apurar as responsabilidades e determinar a reparação dos danos.

PORTO ALEGRE SUSTENTÁVEL*

Mais do que uma expressão da moda, a sustentabilidade deve se constituir em realidade na vida das cidades, com ações práticas que garantam qualidade de vida e legado para as gerações futuras. Nesse contexto, Porto Alegre tem histórico de pioneirismo no debate e na implantação de ações relacionadas ao meio ambiente e de participação cidadã nas políticas públicas. Numa visão de futuro, destacamos importantes obras que reduzirão a emissão de gases do efeito estufa: sistema de ônibus rápidos (BRTS), metrô, rede de ciclovias, transporte hidroviário, além do Programa Integrado Socioambiental (Pisa), da revitalização da Orla e do Arroio Dilúvio.

Relembramos e enfatizamos esses itens a propósito do debate gerado pela ação da prefeitura em função da obra de duplicação da Avenida Edvaldo Pereira Paiva, a Beira-Rio, no trecho próximo à Usina do Gasômetro.

Em primeiro lugar, é importante que todos saibam que foi feita a licença ambiental adequada para a execução da obra. Além disso, há outros pontos que precisam ser observados, como, por exemplo, o fato de naquela área termos um dos principais focos de poluição ambiental pelo engarrafamento diário com a emissão de gases pelos automóveis. Isso mostra que a necessidade da duplicação da via para proporcionar fluidez é também uma questão ambiental e não somente um problema de mobilidade.

É importante esclarecer também que há uma grande preocupação da prefeitura com a compensação das árvores que precisarão ser removidas. No total, serão plantadas 401 mudas com essa finalidade. Seguindo critérios técnicos, as plantas exóticas (não originárias de nosso ambiente) serão substituídas por espécies nativas, uma exigência da Secretaria Municipal do Meio Ambiente. Naquele espaço, também estamos iniciando a revitalização da Orla do Guaíba, que vai permitir o plantio de mais árvores nativas e a sustentabilidade ambiental da região.

Reconhecemos que faltou uma melhor comunicação com a comunidade, explicando as ações a serem implementadas.

Permitam-me agora falar na primeira pessoa para recordar que, ao longo da minha trajetória, e quem me conhece e me acompanha sabe disso, sempre fui um homem do diálogo e da construção coletiva. Uma declaração que não condiz com meu histórico de cidadão e homem público e que já ensejou um pedido de desculpas não deveria pautar de forma rebaixada o debate, nem macular a trajetória da qual me orgulho. Tenho convicção de que estamos no caminho certo e de que todos aqui, assim como eu, curtem e cuidam da nossa cidade e é nessa perspectiva que seguiremos trabalhando na construção de uma Porto Alegre mais moderna, bonita, sustentável e cada vez melhor de se viver.

* Artigo publicado na editoria de Opinião da edição de hoje do jornal Zero Hora.

POR UMA CIDADE MODERNA, SUSTENTÁVEL E MELHOR DE SE VIVER

Quero conversar com vocês aqui da rede e com os moradores em geral sobre a obra de duplicação da avenida Edvaldo Pereira Paiva, a Beira-rio, e toda esse debate gerado pela ação da prefeitura de Porto Alegre naquele local.

Em primeiro lugar, é importante que todos saibam que foi feita a licença ambiental adequada para a execução da obra. Além disso, há outros pontos que precisam ser observados como, por exemplo, o fato de naquela área termos um dos principais focos de poluição ambiental pelo engarrafamento diário com a emissão de gases pelos automóveis. Isso mostra que a  necessidade da duplicação da via é também uma questão ambiental e não somente um problema de mobilidade.

É importante ressaltar que há uma grande preocupação por parte do poder público com a compensação das árvores que precisarão ser removidas. No total, serão plantadas 401 mudas* com essa finalidade. Seguindo critérios técnicos,  as plantas exóticas serão substituídas por espécies nativas, uma exigência da Secretaria Municipal do Meio Ambiente. É preciso lembrar  ainda que,  naquele espaço, também estamos iniciando a revitalização da Orla do Guaíba onde um trabalho paisagístico vai permitir o plantio de mais árvores nativas e a sustentabilidade ambiental da região.

Por fim, reconheço que faltou uma melhor comunicação com a comunidade, explicando as ações a serem implementadas e reconheço a riqueza do debate que protagonizamos. Ao longo da minha trajetória, e quem me conhece e me acompanha sabe disso, sempre fui um homem do diálogo e da construção coletiva. Tenho convicção de que estamos no caminho certo e de que todos aqui, assim como eu, curtem e cuidam da nossa cidade e é nessa perspectiva que seguiremos trabalhando na construção de uma Porto Alegre mais moderna, bonita, sustentável e cada vez melhor de se viver.

* Confira os locais que receberão os plantios compensatórios em função da obra de duplicação da Edvaldo Pereira Paiva:

- Avenida Oswaldo Aranha – 100 mudas
- Rua da República – 08 mudas
- Parque Farroupilha – 80 mudas
- Rua Lopo Gonçalves – 08 mudas
- Avenida Jerônimo de Ornellas – 10 mudas
- Parque Maurício Sirotsky Sobrinho – 60 mudas
- Avenida Independência – 20 mudas
- Rua Washington Luiz – 10 mudas
- Rua Garibaldi – 05 mudas
- Rua Santo Antônio – 60 mudas
- Viaduto Otávio Rocha – 26 mudas
- Centro Histórico – 14 mudas em substituição a espécies secas

 

SOBRE OS EDIFICIOS-GARAGENS DO INTER

Quando anunciei o empenho da Prefeitura em apoiar a construção de dois edifícios-garagens no entorno do Beira-Rio como forma de desafogar o trânsito no Bairro Menino Deus nos dias de jogos do Inter ou de shows no Gigantinho, algumas pessoas entenderam que seria o Poder Público que faria a construção das obras.

É importante deixar claro de que a PREFEITURA de Porto Alegre NÃO vai colocar um único centavo nessas obras, como não está colocando dinheiro na reforma do Beira-Rio ou na nova Arena do Grêmio.

A construção dos edifícios-garagens será bancada com recursos do S.C. internacional com os seus parceiros privados. Cabe a Prefeitura agilizar o licenciamento da obra para que ela aconteça com a maior rapidez possível para atender a milhares de veículos de pessoas que vão ao Beira-rio ou ao Gigantinho. E este foi o compromisso que assumi com o Presidente Giovani Luiggi.

Todos sabem que o atual Beira-Rio quando foi projetado não previu a construção de estacionamentos condizentes com as necessidades de grandes concentrações de pessoas. Desta forma, em dias de jogo ou de shows as pessoas terminam por estacionar os seus automóveis no Bairro Menino Deus o que tem causado transtornos e reclamações dos moradores da vizinhança.

Para enfrentar esse problema com qualidade, o S.C.  Internacional, no projeto Gigante para Sempre, programou a construção de dois edifícios-garagens, um entre o estádio Beira-Rio e a Av. Edvaldo Pereira Paiva e  outro ao lado do Gigantinho, onde se situa o antigo estacionamento da EPTC.

Desta forma, as vagas a serem criadas vão beneficiar todo o bairro mesmo em dias sem jogos ou shows pois vão permitir que motoristas que vem da zona sul possam deixar os seus veículos nestes estacionamentos e se deslocar para o centro da cidade através do novo sistema de ônibus (BRTs), que será implantado na Av. Padre Cacique que também contará com corredor exclusivo de ônibus.

Ou seja, os edifícios-garagens, além de não receberem um único centavo da Prefeitura e serem construídos com recursos do Inter e seus parceiros, vão possibilitar uma maior organização do trânsito no Bairro Menino Deus.

 

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