FELIZ PÁSCOA!

NOSSA PORTO ALEGRE – TODOS SOMOS PORTO ALEGRE

A  equipe que produz o programa Nossa Porto Alegre foi as ruas e pediu aos porto-alegrenses para falarem do sentimento que tem pela cidade. O resultado desse trabalho está no vídeo abaixo. A produção desse material é mais uma homenagem a Capital de todos os gaúchos e a todas aqueles que fazem dessa cidades um local especial que orgulha seus moradores e encanta visitantes.

PARABÉNS! TODOS SOMOS PORTO ALEGRE!

Porto Alegre comemora hoje 240 anos de uma bela existência. Parabéns a todos, porque “Todos somos Porto Alegre”

Abaixo, reproduzo, para que não viu, umas das interpretações emocionantes da cantora Maria Rita no Anfiteatro Por do Sul, que abriu as comemorações do aniversário da nossa Capital . Vale a pena conferir!

TODOS SOMOS PORTO ALEGRE

Porto Alegre recebe conceito “A” em gestão fiscal

A Capital de todos os gaúchos é destaque do recente levantamento da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro  (Firjan), que avalia a gestão fiscal dos municípios. Porto Alegre está entre as 3 capitais com conceito A, identificadas pela Federação.  Abaixo, reproduzo a matéria publicada na ZH do último domingo sobre o estudo.

Capital também obteve destaque

Além do número expressivo de municípios com gestão fiscal modelar, o Rio Grande do Sul tem outro motivo para se orgulhar: Porto Alegre. Entre todas as capitais, a gaúcha aparece em terceiro lugar no ranking do índice criado pela Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan), com conceito A.

A explicação para o bom desempenho geral do Estado, na opinião do economista Gabriel Pinto, especialista em desenvolvimento econômico da entidade, é o preparo da maioria de seus gestores:

– Percebemos que o Tribunal de Contas do Estado (TCE) é um dos mais atuantes do país, não só na fiscalização, mas principalmente no que diz respeito à capacitação dos gestores públicos. Isso faz a diferença.

Apesar disso, o especialista ressalta que ainda há o que melhorar, especialmente em municípios como Rosário do Sul, na Fronteira Oeste, que ficou em último lugar no Estado. O município de 40 mil habitantes também amargou a 5.194ª posição na classificação nacional.

Em seu segundo mandato, o prefeito Ney da Silva Padilha (PSB) disse estar surpreso com os resultados. Segundo ele, os gastos com pessoal – um dos pontos apontados como críticos pela Firjan – nunca passaram de 60%, o orçamento aumentou nos últimos anos e os restos a pagar vêm sendo quitados. Padilha também destacou os investimentos em saúde, acima do mínimo exigido.

– Todos os municípios enfrentam dificuldades, e nós estamos trabalhando para resolver os problemas. Não sei de onde saiu esse índice, mas vou pedir para meu pessoal verificar os dados – disse o prefeito.

Gaúchos vão bem em gestão

Novo indicador proposto pela Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan) avalia a qualidade da gestão pública em 5.266 municípios do país e dá destaque às prefeituras gaúchas: 75% das cidades do Estado têm administração financeira boa ou excelente, de acordo com o levantamento. Na lista seleta das 500 melhores do Brasil, 138 são do Rio Grande do Sul.

Apesar das dificuldades enfrentadas por um quarto dos municípios gaúchos para manter as contas em dia e fugir do vermelho, o Rio Grande do Sul desponta no cenário nacional como um exemplo em gestão fiscal.

Nada menos do que 75% de suas cidades, segundo cálculos da Gerência de Estudos Econômicos da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan), gozam de administração financeira “boa” ou “excelente”, e 138 estão entre os 500 melhores do Brasil – com destaque para Guaporé, na Serra.

Durante três anos, técnicos da entidade trabalharam na elaboração de um novo indicador econômico – batizado de Índice Firjan de Gestão Fiscal (IFGF) – para avaliar como os gestores municipais lidam com o dinheiro público.

Ao todo, foram analisadas as finanças de 5.266 municípios. Os especialistas verificaram cinco itens: a capacidade de gerar receitas próprias, os gastos com pessoal (em prefeituras e Câmaras), a carga de investimentos, os custos da dívida e a liquidez (restos a pagar).

O resultado revelou um abismo financeiro entre o Sul e o Nordeste. Enquanto os nordestinos contribuíram para um cenário fiscal sofrível, os gaúchos mostraram que, em geral, entendem de administração pública. Segundo o gerente de estudos econômicos da Firjan, Guilherme Mercês, destacaram-se por honrar as despesas programadas, respeitar a Lei de Responsabilidade Fiscal e aplicar mais em obras e serviços. Receita, aliás, seguida à risca pelo campeão do ranking no Estado: Guaporé.

Guaporé aposta em austeridade

Com 23 mil habitantes, a cidade de ruas arborizadas e limpas, típicas de interior, obteve um índice superior às medias nacional e estadual. O segredo, segundo o prefeito Antonio Carlos Spiller (PP), que é empresário e está no segundo mandato, se resume a uma palavra: austeridade.

– É como numa casa. Aqui não fazemos dívidas se não temos verbas – garante Spiller.

De 2005 para cá, a receita própria saltou de R$ 4,4 milhões para R$ 16,6 milhões. As despesas com funcionários não passam de 40%, e tudo é fiscalizado por uma central de controle, comandada por um servidor formado em ciências contábeis, economia e gestão pública.

– Eu fico em cima. Se tem alguma coisa mal, vou logo falando – diz o técnico Delfino Nervis.

Graças à sanidade contábil, a prefeitura conseguiu reformar a principal via local e investir em creches, uma antiga demanda. Inaugurada em 2010, a Escola Municipal de Educação Infantil Nairo José Prestes lembra uma instituição particular e virou o xodó da comunidade. A intenção agora, segundo a secretária de Educação, Doraci Bortoncello, é ampliar as vagas.

O caso guaporense, porém, não é regra. Pelo menos 124 municípios gaúchos, segundo a Firjan, ainda têm problemas. Para reverter o quadro, o Tribunal de Contas do Estado (TCE) acaba de aprovar uma resolução com o objetivo de reforçar os sistemas de controle interno das administrações, a exemplo do que já ocorre em Guaporé. Uma das exigências é que essas unidades sejam criadas por lei e que tenham plenos poderes de ação.

– Prevenir as distorções é melhor do que remediar – resume o diretor-geral do TCE, Valtuir Pereira Nunes.

Que índice é este?
O que é e como funciona o índice de gestão fiscal:

Foi criado pela Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan) para avaliar a administração do dinheiro público nos municípios brasileiros, com base em dados oficiais da Secretaria do Tesouro Nacional.

É composto por cinco indicadores: receita própria, gastos com pessoal, investimentos, custo da dívida pública e liquidez/restos a pagar.

Outros números

Os gaúchos costumam ter destaque em avaliações de gestão. Outro índice tradicional é o da Confederação Nacional de Municípios (CNM), o IRFS, que avalia as áreas fiscal, de gestão e social. Em 2009, dos 30 primeiros, 11 eram do Estado. Alecrim, que ficou em primeiro no país, foi seguido de outras quatro cidades do Rio Grande do Sul.

Fonte: Zero Hora

Site da FIFA repercute início das obras do sistema BRT

A FIFA noticiou em seu site especial para a Copa do Mundo de 2014 o início das obras para a implantação dos sistemas de BRTs na Capital gaúcha. Segue abaixo, o texto publicado na página da entidade por meio do Comitê Organizador Local.

Porto Alegre inicia obras do sistema BRT

Começaram nesta segunda-feira (12/3) em Porto Alegre as obras necessárias para a implantação do sistema BRT (Bus Rapid Transit), que irá tornar mais rápido e seguro o transporte público da cidade. A medida faz parte do pacote de intervenções de mobilidade urbana visando a Copa do Mundo da FIFA, e representa um dos principais legados do evento na capital gaúcha.

A ordem de início da primeira etapa das obras foi assinada pelo prefeito da capital gaúcha, José Fortunati. “A Copa do Mundo da FIFA já está acontecendo em Porto Alegre. Projetos como o BRT irão representar uma transformação na rede de transporte coletivo da nossa cidade”, afirmou Fortunati.

A cerimônia ocorreu na Avenida Protásio Alves, uma das vias com intensa circulação de linhas de ônibus que irão receber o BRT. As avenidas Bento Gonçalves e João Pessoa também serão integradas ao novo sistema. Os veículos propostos são de grande capacidade e baixas emissões. Pelo projeto, os usuários terão informações de tráfego em tempo real. Haverá ainda sinal de trânsito prioritário nos cruzamentos e livre transferência de passageiros entre as linhas de ônibus.

As estações previstas serão fechadas e climatizadas, e seguem conceitos de sustentabilidade. O sistema de ar condicionado funciona através de ventilação natural e forçada. Estes mecanismos serão alterados conforme as condições climáticas, umidade e temperatura do ar, controlados por um sistema automatizado. A energia será gerada por painéis que compõem a cobertura das estações.

O nome do sistema BRT de Porto Alegre será escolhido por voto popular.

Fonte: FIFA.com

Reportagem de ZH destaca qualificação do Centro Histórico de POA

A Zero Hora deste sábado, dia 10, trouxe uma reportagem que destacou o processo de qualificação pelo qual atravessa o Centro Histórico da nossa Porto Alegre.

Abaixo, reproduzo a matéria, assinada pelos repórteres Erik Farina e Lara Ely,  que explica as principais mudanças e mostra o que vem atraindo moradores e visitantes para essa região tão nobre e importante da cidade.

Além disso, o texto traz também a opinião de alguns empresários, especialistas e investidores que explicam porque apostaram no Centro para realizar negócios, bem como oferecer seus produtos e serviços.

 

 

Interessados em público de maior poder aquisitivo, empresários voltam a investir no centro da Capital

Consumo, gastronomia, lazer e vida cultural renovados atraem visitantes e moradores ao coração de Porto Alegre
 
Erik Farina e Lara Ely *
 

A imagem de um Centro abarrotado de lojas populares e pontilhado de carrocinhas de lanche barato, que se consolidou no imaginário dos porto-alegrenses com menos de 40 anos, está ficando para trás.

Grandes redes de comércio e restaurantes que cobiçam um público de maior poder aquisitivo e mais descolado voltam seus olhos ao potencial da região.

Bistrôs, cafeterias com origem em shopping centers e lojas que atendem a consumidores das classes A e B estão voltando a investir no centro histórico da Capital. Diversas inaugurações ocorreram em espaços de antigas galerias, cinemas ou espaços antes ocupados por negócios populares.

Inaugurada em novembro, a Paquetá da esquina da Rua dos Andradas com a Avenida Borges de Medeiros, onde antes funcionava a Gaston, foi concebida para atender a um público mais exigente.

Com investimento de R$ 1 milhão, recebeu decoração e iluminação idêntica às unidades de shoppings e uma área masculina exclusiva para atender a empresários e executivos que trabalham na região.

— O centro voltou a ser atraente para a classe B — avalia Paulina Bacher, gerente de marketing da Paquetá.

São duas explicações para a retomada do interesse na área: a ascensão da classe média, que tem no comércio de rua um espaço de lazer, convivência e consumo, e as obras de melhoria nos últimos anos, que trouxeram mais organização à área, atraindo clientes mais endinheirados.

— Com mais acesso à informação e dinheiro no bolso, a classe média está à procura de marcas conhecidas, e as empresas maiores se movimentam para atendê-la — afirma Artur Vasconcellos, coordenador da área de mercado de pós-graduação da ESPM-Sul.

A redescoberta do comércio do Centro se dá em harmonia com as características históricas e culturais da região. A Lojas Renner prepara a inauguração de uma loja no antigo prédio da Livraria do Globo, na Andradas, tombado como patrimônio histórico de Porto Alegre.

Para adequar o negócio à estrutura do prédio, foram restaurados parapeitos, paredes de tijolo à vista e tubulações aparentes. O investimento na loja chega a R$ 14 milhões.

O resultado é um espaço diferente de qualquer outro dos 164 pontos de venda da empresa no Brasil, com um memorial da cidade e um Café do Porto, rede conhecida por cafeterias em locais frequentados pela classe média alta.

— Custaria menos inaugurar uma loja em um prédio normal, mas quisemos contribuir com a recuperação do prédio — afirma José Galló, diretor-presidente da Lojas Renner.

Ressurgido para o consumo, o Centro deverá permanecer receptivo aos negócios. A recuperação da área do Cais do Porto reforça a tendência.

— O Centro deve se tornar o principal local de convívio social nos próximos anos, atraindo novos negócios — afirma Gustavo Schifino, presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas da Capital (CDL).

Desde 2005, o Projeto Viva o Centro, liderado pela prefeitura com participação privada, rendeu investimentos ao redor de R$ 80 milhões, calcula o coordenador do Viva o Centro, Glênio Bohrer.

Os pontos da sofisticação

A popularização do espumante pega carona na elitização do centro de Porto Alegre. Enquanto as champanharias buscam diminuir o estereótipo dos públicos A e B, algumas lojas do centro querem atingir consumidores mais abastados. O sucesso das champanharias no centro histórico surge nessa brecha.

Frequentadas por profissionais que trabalham no centro, como funcionários públicos, advogados e políticos, recebem pessoas que se deslocam de outros bairros até a Rua Duque de Caxias para encontrar os amigos e degustar a bebida por preços mais acessíveis. A iniciativa de popularizar o espumante foi da Ovelha Negra, instalada na esquina da Bento Martins desde 2004.

Hoje, a pioneira já mostra uma tendência. Para quem, além do espumante, gosta de jazz e charutos, uma nova opção é a Six Champanheria e Charutaria, aberta há três meses. Localizado na esquina da Rua General Cipriano Ferreira, o local tem mesas de madeira, luz indireta e uma sala dedicada para apreciadores para quem quiser fumar.

Oriental e descolado

Ao voltar das aulas de português na Faculdade de Letras da UFRGS, os amigos coreanos Ji Hoon Kim, Seongheon Yook e Hyeon Hee Lee aproveitam a passagem pelo Centro para saborear temakis especiais preparados pelo sushiman Rodrigo Farias de Oliveira, o Seninha.

Alvo predileto dos turistas no centro da capital, os temakis do Mercado Público viraram febre entre os apaixonados por comida japonesa. Com opções no cardápio entre R$ 5 e R$ 10, o Shusi Seninha aposta no atendimento personalizado, na proximidade com os sushimen e num cardápio com mais opções.

Segue a trilha aberta pelo concorrente Japesca. O sushibar e restaurante instalado no Mercado Público começou como uma aposta tímida do empresário, mas as longas filas no horário do almoço mostram que a ideia foi bem recebida.

Quem come no balcão tem a vantagem de experimentar algumas invenções exclusivas do chef, que muitas vezes chegam ao cliente como cortesia. As promoções também são outro diferencial do Seninha.

Com o aroma das ideias

Como decorrência de programas culturais ou reuniões de negócios, as cafeterias costumam ser muito frequentadas pela classe média e média alta no centro da cidade. Foi apostando nesse público que o Café à Brasileira consolidou seu espaço na Rua Uruguai, onde está instalado há 15 anos.

— O negócio não está maior, ou com um público novo. Ele simplesmente nunca parou de crescer – afirma o proprietário, José Ângelo Gouveia.

Entre os visitantes estão profissionais liberais, funcionários públicos e aposentados. Em pesquisa realizada há alguns anos, Gouveia constatou que a renda média dos clientes era de R$ 4 mil.

Seguindo o aroma de bons negócios, outras opções surgem, como o Café do Porto da nova loja Renner, na Rua da Praia. No terceiro andar do prédio da antiga Livraria do Globo, um memorial vai oferecer espaço de interatividade entre cultura e consumo. Segundo o arquiteto responsável, Alexandre Cohen, a obra representa uma demonstração do apelo de compra aliado à memória afetiva da população.

Cultura é outro atrativo

Prédios históricos, museus em abundância, bares e cafeterias charmosos. Eis uma fórmula certeira para atrair gente interessada em vida cultural e consumo diferenciado e que vem dando certo no Centro. Jovens, intelectuais e turistas que encerravam visitas a exposições e precisavam ir até a Cidade Baixa ou a Padre Chagas para desfrutar dos pontos de lazer passaram a encontrar opções no coração da cidade.

Casas de sushi, como Seninha e Japesca, no Mercado Público, champanharias como a nova Six e a conhecida Ovelha Negra, na Duque de Caxias, e o Chalé da Praça XV tornaram-se pontos de encontro para grupos.

— Revitalizações de regiões centrais ocorrem em grandes cidades. Essas áreas, outrora pontos de encontro social e de consumo, decaíram com a expansão das metrópoles e a popularização dos shopping centers. Precisaram ser recuperados e, então, tornaram-se atrações — explica o coordenador do Viva o Centro, Glênio Bohrer.

Foi assim em Barcelona, onde a região central e portuária foi recuperada para os Jogos Olímpicos de 1992, e no Rio de Janeiro, onde o Centro, antes dominado por prédios velhos e malcuidados, recebeu novos empreendimentos e se tornou um dos locais mais procurados para um chope no final de tarde.

* erik.farina@zerohora.com.br ; lara.ely@zerohora.com.br

Fonte: Zero Hora

Grupo de Trabalho avança na busca de regramento para a Cidade Baixa

Na tarde desta sexta-feira, 9, estive reunido com o Grupo de Trabalho criado para buscar uma solução para o conflito estabelecido entre moradores e estabelecimentos comerciais que funcionam no bairro Cidade Baixa. Reunimos esse fórum para discutir com todas as instâncias envolvidas, de forma democrática como é tradição na Capital dos gaúchos, a melhor solução possível para a questão.

Tivemos um encontro produtivo, no qual avançamos bastante. Conseguimos uma ampla participação com a presença dos segmentos envolvidos e percebemos em todos os interlocutores muita disposição para contribuir na construção de um consenso que normatize de forma específica cada estabelecimento existente naquela região da cidade.

É importante deixar claro que, para toda a convivência social, é necessária a existência de um regramento e, numa cidade com Porto Alegre, com sua tradição histórica de respeito ás diferenças, isso é mais que adequado, é necessário. Estamos trabalhando para chegar a um modelo que contemple os direitos e deveres de todos. Queremos, ao fim e ao cabo, fechar um decreto que normatize a prática comercial nesse importante bairro e que permita a convivência harmônica entre comerciantes, visitantes e moradores.

Acredito num desfecho favorável muito em breve e na próxima semana já temos marcado um novo encontro.

Por fim, parabenizo a todos os integrantes do Grupo de Trabalho, formado por representantes dos moradores, dos empresários donos de bares, restaurantes e casas noturnas, músicos, e de várias secretarias da Prefeitura, que tem dedicado esforços a essa causa e que, de uma forma madura e propositiva, têm contribuído para que alcancemos o objetivo maior que é o bem comum.

Foto: Ivo Gonçalves/PMPA

MINHA HOMENAGEM AO DIA INTERNACIONAL DAS MULHERES

Neste Dia Internacional da Mulher meu abraço a todas as mulheres que, através dos seus trabalhos e exemplos, ajudam a construir um futuro melhor para Porto Alegre e o mundo.

Obrigado e parabéns!

Lembro que hoje inicia hoje a exposição “Mulheres Artistas”, no Paço dos Açorianos, em horário comercial. Um belo resgate do trabalho de cinco artistas gaúchas que ajudaram a marcar a história da arte em nossa capital. Esta coletânea revela como era difícil para as mulheres ocupar um espaço essencialmente masculino até metade do século passado. Na sequência, reproduzo uma das belas telas da mostra. Basta clicar na imagem para acessar as informações da exposição.

 

Abaixo minha homenagem “sonora e visual” às mulheres na voz de uma porto-alegrense, nascida no IAPI, que ganhou o mundo, mudou a música brasileira e se tornou uma das maiores intérpretes do nosso país. A música “Maria, Maria”, da nossa Elis Regina, fala da graça, da raça e da luta diária das nossas mulheres-guerreiras.

 

Feliz Dia Internacional da Mulher!


QUANDO TRABALHAMOS JUNTOS, AS COISAS ACONTECEM

Recepcionando a presidente Dilma Rousseff ontem no aeroporto Salgado Filho em Porto Alegre

A Capital de todos os gaúchos vive um momento de conquistas. Graças à união de esforços muitas coisas estão acontecendo e muito ainda  está por vir. Com seriedade, parceria e dedicação temos trabalhado para melhorar a vida das pessoas e tornar sonhos históricos realidade.

Temos que comemorar esse período de transformação que estamos testemunhando. Transformação essa que passa essencialmente pela sintonia, pela afinidade de projetos. Hoje, vivemos um momento ímpar em que os governos Municipal, Estadual e Federal trabalham alinhados, focados nos resultados e no bem-estar da população. São exemplos disso a conquista do Metrô de Porto Alegre, a revitalização do Cais e da Orla, a qualificação do Aeroporto Salgado Filho, as obras da Copa,  a construção da segunda ponte do Guaíba, entre tantas outras ações que evidenciam essa unidade. Todas comprovam que, ao fim e ao cabo, quando trabalhamos juntos,  as coisas acontecem.

Sem dúvida, nossas últimas conquistas só foram possíveis graças a uma visão moderna e arrojada do poder público. Unidos fomos capazes de aglutinar forças em prol do futuro e com a construção de uma cidade, de um estado e de um país cada vez melhores para todos.

Me sinto orgulhoso e feliz de participar deste momento histórico!

Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

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