PASSARELA DA RODOVIÁRIA

Para esclarecer o que vem acontecendo com a passarela da Rodoviária, fugindo dos “chutões” e “achômetros”, vou relatar o histórico dos fatos:

1) Para requalificar a passarela, já estava em andamento, um projeto da prefeitura para mudar os guarda-corpos deteriorados;

2) Em 28/9, houve a assinatura da ordem de início das obras, que aconteceriam com o fechamento de apenas meia passarela, permitindo a passagem de pedestres;

3) Em 18/10, a obra seria iniciada, mas, no mesmo dia, um caminhão baú colidiu com a passarela e danificou sua estrutura;

4) Em 25/10, a Smov contratou laudo técnico, que comprovou o rompimento de quatro cabos de sustentação da passarela, no trecho próximo a Rodoviária;

5) Com isso, a passarela foi interditada por questões de segurança;

6) Em 5/12, a prefeitura iniciou o processo licitatório, por emergencialidade, para recuperar a passarela;

7) Em 16/12, haverá a entrega das propostas e contratação da empresa vencedora;

8 ) Serão 100 dias para a conclusão da obra;

9) Paralelamente, a empresa contratada para recuperar os guarda-corpos, que não pôde começar o trabalho, iniciará a reforma na parte do vão não atingido;

10) Em relação aos pedestres, a prefeitura solicitou à Trensurb a abertura do túnel que possibilita a travessia da via em segurança, durante as 24 horas do dia;

11) Para manter a segurança, foram colocados gradis de proteção e determinada a presença de agentes da Guarda Municipal e da Brigada Militar no local;

12) Apesar disso, as pessoas continuam atravessando a avenida, situação que ocorria mesmo com a passarela aberta;

13) Em 2010, tivemos três atropelamentos e mais um antes da interdição em 2011;

14) Sobre os prazos, a prefeitura é obrigada a cumprir TODOS os prazos constantes na Lei 8.666/93;

15) Essa Lei das Licitações impede mais celeridade na entrega da obra.

 

UM METRÔ PARA A CIDADE

Muitos anos e muitas promessas. Esse era o resumo da história do metrô de Porto Alegre. Mesmo eleito pela população como prioridade número um em termos de grandes projetos estruturantes há mais de décadas, esse modal de transporte nunca tinha conseguido suplantar as barreiras da limitação de recursos, da burocracia e da falta de visão de futuro.

Mas esta história mudou. Uma cidade moderna se constrói com ações ousadas, transformando a forma como enxergamos o futuro e derrubando os obstáculos do passado. É assim que a Prefeitura de Porto Alegre trabalha há cerca de três anos no projeto do metrô e em outras tantas ações em desenvolvimento. A conquista, anunciada ontem pela presidenta Dilma, é o resultado de uma grande união articulada pela Prefeitura em parceria com o Governo do Estado, Governo Federal, vereadores, deputados estaduais, federais, senadores e a imprensa, que sempre apoiou a iniciativa. Trata-se, portanto, de uma conquista de todos porto-alegrenses.

A imensa alegria com a notícia de ontem converte-se, na mesma proporção, em disposição para trabalhar ainda mais para o sucesso de uma obra gigantesca como o metrô de Porto Alegre. Orçado em R$ 2,4 bilhões, o projeto prevê 14,88km de traçado, com 13 estações e beneficiando cerca de 300 mil passageiros por dia. Isso sem falar na importância que o sistema assumirá na integração e conexão com os municípios que compõem a Região Metropolitana da Capital.

Estamos diante de um momento único para Porto Alegre. A cidade cresce, se moderniza e projeta um futuro ainda mais promissor. Além do metrô, outras iniciativas colocam nosso município em novo patamar. O Projeto Integrado Socio Ambiental, elevando o índice de tratamento de esgoto de 27% para 80%, a coleta automatizada de lixo, a informatização da saúde, as grandes obras viárias para a Copa do Mundo, o projeto de Estacionamentos Subterrâneos e a Revitalização do Cais Mauá são alguns exemplos de como com ousadia, união de esforços e muito trabalho podemos fazer de Porto Alegre um lugar cada vez melhor para se viver.

Obs.: publicado na edição de ZH do dia 15/10/11.

UM ANTIGO SONHO QUE COMEÇA A SE TORNAR REALIDADE

Foto: Ricardo Giusti/PMPA

O passeio ciclístico que realizamos hoje, percorrendo parte do traçado definido para ciclovia da Av. Ipiranga, tem uma simbologia que vai além da obra propriamente dita. O ato do qual participamos, juntamente com dezenas de ciclistas, caracteriza a ação da prefeitura em prol de uma demanda da comunidade porto-alegrense. Cada pedalada que demos esta manhã foi uma forma de celebrar a realização desse sonho antigo da nossa comunidade.

Como gestor, fico muito contente de ter contribuído para chegarmos a esse momento, contando com a fundamental parceria da Cia Zaffari e do Shopping Praia de Belas. É papel do poder público trabalhar no sentido de estimular os meios alternativos de transporte como é o caso das bicicletas, que constituem um modal importante de lazer, esporte e trabalho. Além disso, trata-se de uma atividade saudável, que não polui o meio ambiente e contribui para a mobilidade do trânsito.

A obra que iniciamos hoje deverá estar concluída no início de 2012. É importante destacar, ainda, que a construção de ciclovias deverá ocorrer na cidade de forma continuada. Nesse sentido, possuímos projetos para serem implantados nas avenidas Sertório, Padre Cacique e Tronco. Nossa intenção é chegar em 2014 com 40 Km de ciclovia na cidade.

Por fim, aproveito este espaço para propor uma reflexão à população, pois precisamos ter uma convivência harmônica no trânsito. Temos, urgentemente, que mudar nossa cultura. Todos precisam se respeitar no espaço público. Os motoristas devem respeitar os ciclistas e vice-versa, para que tenhamos uma convivência pacífica e civilizada e, juntos, possamos conviver em harmonia em uma Porto Alegre cada vez melhor.

PROGRAMA INTEGRADO SOCIO AMBIENTAL

O jornalista e cartunista Iotti foi muito feliz com a charge produzida por ele e publicada na edição dessa segunda-feira, 15, na página 15 do jornal Zero Hora. A ilustração faz uma leitura muito correta do que siginifica para a nossa Porto Alegre o Projeto Integrado Sócio Ambiental – PISA, uma de nossas principais realizações.

 

Charge publicada em ZH na edição de segunda-feira, dia 15 de agosto de 2011.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Veja o que muda com a conclusão do Projeto:

- 800 mil pessoas serão beneficiadas diretamente com a coleta e o tratamento do esgoto cloacal;
- percentual de esgoto cloacal em Porto Alegre será elevado de 27% para 77% e contará com o sistema de tratamento terciário;
-  melhorias no sistema de abastecimento de água de Porto Alegre, com a redução do uso de químicos para tratar a água bruta;
-  implementação de 30 hectares de áreas de proteção ambiental e lazer nas Regiões de abrangência do Projeto;
- aumento de 10% no Índice de Desenvolvimento Socioeconômico (Idese) medido pela Fundação de Economia e Estatística (FEE) na Capital;
- melhoria do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) da população diretamente beneficiada;
- geração de emprego e renda;
- melhoria nas habitações da população que vive às margens do arroio Cavalhada.
- percentual de esgoto cloacal em Porto Alegre será elevado de 27% para 77% e contará com o sistema de tratamento terciário;

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